Era uma vez…

 

Todos os anos, 4 milhões de cachorros são recolhidos e vão para abrigos nos Estados Unidos. Esses bichinhos foram abandonados ou vivem nas ruas e recebem bem mais pontapés que cafunés. Muitos deles vem a ser sacrificados.

Mas esta história pode ter um final diferente. A maioria desses cachorros estão aptos para serem adotados por uma família amorosa, que receberá muitas lambidas, carinhos e brincadeiras.

Para ajudar a resolver o problema, a Pedigree lançou um programa para incentivar a adoção. Ele inclui vários conteúdos como o guia da adoção e indicações de abrigos próximos, onde um companheiro pode ser encontrado e viver em um lar feliz.

O que você sentiu quando leu a história acima? Ficou interessado em saber o que aconteceria depois? Sentiu-se alguma emoção? Vai contar sobre o tamanho do problema – 4 milhões de cachorros – para alguém?

Este é o poder do storytelling, termo em inglês que significa contação de histórias. As histórias, contos, lendas e mitos são o jeito mais antigo que nós humanos temos de nos comunicar e de transmitir nossos conhecimentos. Isso só ocorre porque elas são extremamente poderosas, mexem com nosso lado emocional e são facilmente lembradas depois.

Por isso, o storytelling é uma ferramenta valiosíssima para comunicar seus compromissos, produtos e aprendizagens em sustentabilidade. Veja como fazer:

 

1. Escolha um assunto relevante para o seu público:

 

A maioria das pessoas não se interessa por biscoitos, mas muitos se interessam por alimentação saudável ou dietas ou melhoria dos resultados da malhação;

 

2. Contextualize:

 

Apresente os personagens e o contexto;

 

3. Mostre um conflito e gere expectativa:

 

Qual é a dificuldade, o problema, a questão que precisa ser resolvida? Quanto maior o conflito, maior será o interesse do seu público;

 

4. Resolva o conflito:

 
Mostre o desenlace do conflito. Heróis não-perfeitos costumam gerar uma identificação mais profunda com o público. Soluções não óbvias são mais comentadas. O negócio aqui é mexer com o emocional e ser marcante, inesperado, diferente.
Lembra que eu falei que biscoitos não são interessantes? Pois é, olha o que eu recebi do Farofa.la aqui no escritório [foto]. Achei tão interessante que entrei no site:

  • O Farofa.la nasceu do sonho de quem acredita que o bom alimento faz bem pro corpo, pra alma e para as nossas relações – ele pode até mesmo transformar nossa visão de mundo.
  • Somos apaixonados por comida gostosa e pelas incríveis histórias de cada ingrediente que chega até a mesa (de casa, do escritório, de onde for!).
  • Nossos snacks e comidinhas são escolhidos a dedo – somos garimpeiros, caçadores de ingredientes. Gostamos de produzir em conjunto, criar comunidades, aproximar as pessoas…

 

Inspirador! Eles não estão fazendo biscoitos, estão aproximando as pessoas. Para mim, dá uma sensação de querer fazer parte disso. E tem comunicação mais poderosa que esta para um produto ou uma marca?

 

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Written by Editorial Curupira.